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Dia da Mãe

 

Em 1858, Ann Maria Reeves Jarvis fundou o “Mother’s Days Works Club” – Dia do Clube das Mães Trabalhadoras – com a premissa de discutir estratégias para que a mortalidade infantil em famílias de trabalhadores diminuísse.

Também a escritora Julia Ward Howe desenvolveu iniciativas para valorizarem a Mãe e a Maternidade, por exemplo com a publicação do manifesto Mother’s Day Proclamation – Proclamação do Dia da Mãe.

Quando Ann Maria morreu, em 9 de maio de 1905, a filha, Anna Jervis, decidiu celebrar o amor pela mãe e, em simultâneo, ensinar as crianças a valorizar as delas. Iniciou uma campanha para que o dia das mães fosse reconhecido a nível nacional, o que aconteceu nove anos após a morte de Ann Maria.

Em maio de 1914, o Congresso dos Estados Unidos aprovou o decreto que estabeleceu o segundo domingo de maio como Dia da Mãe.

 

Em Portugal

 

Sendo Portugal um país de tradição católica, o Dia da Mãe não era, no início, celebrado em maio, mas antes a 8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do nosso país.

Porém, as aparições de Nossa Senhora aos três pastorinhos – Lúcia, Jacinta e Francisco – na Cova da Iria a 13 de maio de 1917 deram maior simbolismo ao mês de maio, que passou a ser conhecido como o mês dedicado a Santa Maria, mãe de Jesus Cristo.

As autoridades portuguesas decidiram nesse momento que o Dia da Mãe deixava de estar ligado a Nossa Senhora da Conceição e passava a homenagear Nossa Senhora de Fátima.

Como as aparições ocorreram a 13 de maio, ficou estabelecido que o Dia da Mãe em Portugal seria celebrado no primeiro domingo do mês para não entrar em conflito com as celebrações em Fátima.

 

 

Adaptado de vip.pt

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